O desfecho trágico do desaparecimento de Ricardo Claro, o conhecido gestor de um restaurante de luxo no Algarve, foi confirmado nesta sexta-feira, 3 de abril de 2026.
Após semanas de incerteza e intensas buscas, o corpo do empresário foi localizado pelas autoridades numa zona de mato na área do Esteval, em Loulé, encerrando um mistério que mantinha a região em alerta desde o passado mês de março.
De acordo com as informações avançadas pelo Correio da Manhã, o cenário encontrado pelas equipas no terreno não deixa margem para dúvidas quanto à natureza do incidente. A Polícia Judiciária (PJ) já trabalha com indícios claros de morte violenta, acreditando que o crime terá sido consumado logo no dia em que Ricardo Claro foi dado como desaparecido.
A investigação entra agora numa fase crucial de perícias forenses e recolha de provas no local do encontro do cadáver, com o objetivo de traçar os últimos passos do gestor e identificar os responsáveis por este homicídio. O caso, que chocou a comunidade empresarial e turística do Algarve, continua sob segredo de justiça enquanto a PJ tenta apurar o móbil de um crime que interrompeu abruptamente a vida de uma figura respeitada no setor da restauração algarvia.